Coro de Carcarás é um grupo de agitação cultural que através do maracatu, do teatro e do cinema produz uma arte crítica e transformadora da realidade barbarizada do país e desta grande metrópole de São Paulo.
Criar um grande coro teatral-musical é nosso objetivo enquanto carcarás não do sertão, mas da grande metrópole. Carcarás que tem mais coragem do que homem, carcarás que pegam, matam e comem!
Desde a experiência e debate na Revista Contravento, buscando produzir um anti-urbanismo, um projeto de desconstrução da ordem, urbanismo vivo, revolucionário que se desenvolve por meios não-convencionais: teatro, cinema, música.
O Coro de Carcarás iniciou-se no ano de 2008, com a junção dos integrantes da oficina de maracatu e o grupo de teatro Corrente Teatral (todos estudantes da USP).Tendo o objetivo de criar um grupo de agitação cultural com sua arte critica e transformadora dando uma visão mais aberta referente aos conflitos políticos e sociais que o correm em nossos dias.
Hoje atua em diversas frentes organizando atividades e apresentações em escolas e universidades e fazendo agitação cultural nas ruas do centro de São Paulo.
Com a comunicação que seus instrumentos trazem quando tocados, falam eles por si mesmos, tendo uma forte ligação com o movimento e o pensamento, com isso é desenvolvido a explosão dessa fusão, sendo ela uma reivindicação ao seu pensamento com o que ocorre no mundo, seja este mundo seu grupo, sua cidade, sua sociedade, ou sua nação. Com esse som forte e com um teatro atual que fala sobre a realidade social o grupo levou e leva mensagens em forma de roteiros e cenas para a população dando uma idéia cultural critica e de oposição a meios corruptos da política.
Maracatu é uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira. É formada por uma percussão que acompanha um cortejo real. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII.
O grupo chegou a ocupar o prédio da Funarte.
Os artistas que ocuparam a Funarte se posicionam contra a Lei Rounaet e contra qualquer possibilidade de reforma da lei que o governo vem apresentando.